O conceito de Biomonitoramento Ambiental: Entrevista com a Dra. Tatiana Furley

9 maio, 2012

Estudo de Bioacumulação em Moluscos

A palavra monitoramento já nos dá uma idéia clara do que significa o biomonitoramento ambiental. Monitorar é acompanhar, ficar de olho. O biomonitoramento ambiental seria, a grosso modo, acompanhar o meio ambiente. Mas como fazer isso?

Veja nos links abaixo:

Parte 1 – Biomonitoramento Ambiental
Parte 2:  Biomonitoramento Ambiental  
  
Parte 3:    Biomonitoramento Ambiental

O método de acompanhamento ambiental é realizado com sensores biológicos, que servem como indicadores das condições de certo local. Por definição, então, temos: Biomonitoramento ambiental é o acompanhamento das condições ambientais através de sensores biológicos.

Já existem vários tipos de biomonitoramento. A diferença entre eles é justamente a metodologia. Os organismos utilizados como indicadores, por exemplo, podem ser diferentes, dependendo da finalidade do monitoramento e do local onde ele será realizado. É importante ressaltar que o biomonitoramento pode ser utilizado em três ocasiões diferentes: (1) para fazer controle preventivo; (2) para fazer controle reativo e (3) para remediação.

O controle preventivo, como o próprio nome diz, é realizado para evitar problemas ambientais. No controle reativo, o biomonitoramento é feito a fim de acompanhar se o efluente está ou não causando algum problema, e a remediação consiste em utilizar o biomonitoramento para avaliar se um problema está sendo corrigido.

Nas indústrias, por exemplo, os efluentes que resultam do processo industrial precisam ser acompanhados, já que todos os compostos químicos e orgânicos presentes no efluente vão parar no corpo receptor.  É muito importante que esse acompanhamento seja feito, pois os problemas nas estações de tratamento de efluentes causam impacto direto no local onde o efluente tratado é despejado.

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Laboratório da APLYSIA é especializada em ensaios ecotoxicológicos e é o laboratório com mais acreditações do Brasil e a ÚNICA com acreditação pela ISO17025 para ensaios ecotoxicológicos marinhos.

20 abril, 2012

Danio rerio, peixe utilizado em ensaio ecotoxicológico agudo.

Saber se o efluente produzido por uma empresa é tóxico, conhecer o grau de toxicidade de um produto químico ou ainda descobrir se o sedimento do fundo do mar está contaminado antes de fazer uma dragagem. Tudo isso é possível por meio de ensaios de ecotoxicidade específicos realizados pela APLYSIA, alguns já previstos na legislação brasileira e exigidos por empresas socialmente responsáveis. No final, saem ganhando empresa, meio ambiente e sociedade.

Uma empresa precisa de segurança ao contratar um laboratório para fazer seus ensaios, e isso somente é possível quando o laboratório pode lhe trazer resultados seguros e confiáveis acreditados pela ISO/IEC17025, norma responsável em garantir isso. Quando uma empresa recorre a esse serviço é importante ter a  certeza de que seus resultados sairão o mais próximo da realidade.

O diferencial de um ensaio realizado em um laboratório acreditado é sua qualificação em relação aos outros, já que, para ser certificado, o laboratório passa por várias avaliações, incluindo requisitos de gestão e técnicos, que devem estar integrados e funcionando perfeitamente, como frisa Luiz Carlos Luchini, auditor do INMETRO segundo os requisitos da ISO/IEC17025.

A APLYSIA é especializada em ensaios ecotoxicológicos e é o laboratório com mais acreditações do Brasil e a ÚNICA com acreditação pela ISO17025 para ensaios ecotoxicológicos marinhos.

CONHEÇA OS ENSAIOS ECOTOXICOLÓGICOS REALIZADOS PELA APLYSIA E SUA APLICABILIDADE:


daphnia similis Daphnia similis: Microcrustáceo de água doce, usado em ensaios de ecotoxicidade aguda com amostras de efluentes industriais e sanitários, produtos químicos, amostras ambientais de água superficial, água subterrânea, água intersticial e elutriatos de sedimentos.

Ceriodaphnia dubia: Microcrustáceo de água doce, usado em ensaios de ecotoxicidade crônica com amostras de efluentes industriais e sanitários, produtos químicos, amostras ambientais de áágua superficial, água subterrânea, água intersticial e elutriatos de sedimentos.

Danio rerio: Peixe de água doce, utilizado em ensaios de ecotoxicidade aguda em amostras de efluentes industriais e sanitários, produtos químicos, amostras ambientais de água superficial, água subterrânea, água intersticial e elutriatos de sedimentos.

Echinometra lucunter e Lytechinus variegatus: Ouriço do mar utilizado em ensaios de ecotoxicidade crônica em amostras de efluentes industriais e sanitários, produtos químicos, amostras ambientais de água superficial, água intersticial e elutriatos de sedimentos.

Skeletonema costatum: Alga unicelular marinha utilizada em ensaios de ecotoxicidade crônica em amostras de efluentes industriais e sanitários, produtos químicos, amostras ambientais de água superficial, água intersticial e elutriatos de sedimentos.

Nitokra sp.: Copépode bentônico estuarino, utilizado em ensaios de ecotoxicidade aguda e crônica em amostras ambientais líquidas como água superficial, elutriatos de sedimento, sedimento total e também produtos químicos.

Tiburonella viscana: Anfipoda escavador marinho, utilizado em ensaios de toxicidade aguda em amostras de sedimento total.

Vibrio fischeri: Bactéria bioluminescente marinha, utilizada em ensaios de ecotoxicidade aguda em amostras de efluentes industriais e sanitários, produtos químicos, amostras ambientais de água superficial, água subterrânea, água intersticial e elutriatos de sedimentos.

Hyalella azteca: Anfípoda de água doce, utilizado em ensaios de ecotoxicidade aguda e crônica em amostras de sedimento total.

Mysidopsis juniae: Crustáceo misidáceo utlizado em ensaios de ecotoxicidade aguda com amostras de efluentes líquidos, produtos químicos, elutriatos de sedimento e fração hidrossolúvel de óleo.
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Incorpore a Sustentabilidade no seu Dia-a-Dia!

3 abril, 2012

Modelo de Geladeira Elétrica, já comercializada no Brasil.

Parece clichê falarmos sempre em sustentabilidade, Meio Ambiente e assuntos da moda. Sempre buscamos encaixar conceitos prontos, sem nos preocuparmos com o nosso dia-a-dia. Neste post, o objetivo é mais simples: Tentar incorporar na nossa rotina de vida um conceito sustentável.

Pensar sustentável é comprar um bem hoje e saber como ele será destinado no final; é buscar meios renováveis, biodegradáveis, buscando novos conceitos de vida.

Foi pensando nisso que um grupo de cientistas dinamarqueses, do Instituto Técnico da Dinamarca, descobriu um novo método de resfriamento, que consiste em usar materiais magnéticos no lugar de eletricidade.

Além de Sustentável, não há ruidos nem barulho.

O novo método usa campos magnéticos opostos para aumentar a temperatura do material a ser resfriado. Esse calor é transportado por uma fluido não volátil, como por exemplo a água, e então é resfriado. Os pesquisadores obteram um rendimento de até 60% em relação aos refrigeradores existentes em 2007 (data da pesquisa) e já conseguiram resfriar um quarto de 20°C a 11°C.

A tecnologia ainda é cara em relação aos refrigeradores atuais, mas é possível encontra-las nas lojas e garante outra grande vantagem além da sustentabilidade: os novos refrigeradores não fazem barulho, beneficiando empresas ou estabelecimentos que necessitam de ambiente sem nenhum ruído.

Vamos apostar nessa nova onda!

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Sabe como estão classificadas as águas dos rios, córregos e corpos d’água da sua Cidade?

28 março, 2012

No Dia Mundial da Água (22/3), a SOS Mata Atlântica apresentou resultados de 49 análises de água em 11 Estados brasileiros.  Nenhum dos rios, córregos e corpos d’água analisados obteve resultado satisfatório. Dos 49 corpos d’água monitorados, 75,5% foram classificados como “regular” e 24,5% no nível “ruim”. Nenhum dos pontos de coleta conseguiu a soma necessária para alcançar os níveis “bom” ou “ótimo”.

As análises que tiveram o melhor resultado foram as do Rio Santa Maria da Vitória, em Vitória (ES); Rio Paraíba do Sul, em Resende (RJ); Bica da Marina, em Angra dos Reis (RJ); Arroio Jupira, em Foz do Iguaçu (PR); e do Rio Camboriú, na cidade de Balneário Camboriú (SC), todas com 33 pontos. Os resultados mais baixos ficaram para os rios Criciúma, na cidade de Criciúma (SC), com 23 pontos, e o Itapicuru Mirim, em Jacobina (BA), com 24 pontos.

“Desde maio de 2009 o projeto realizou análises da qualidade da água e ainda não chegou a um rio classificado ao menos como bom. Se compararmos os resultados atuais com os anteriores, verificamos que não há grandes mudanças, o que mostra a necessidade de ações que contribuam para a conservação e a melhoria da qualidade de nossas águas”, disse Malu Ribeiro, coordenadora do Programa Rede das Águas, da SOS Mata Atlântica.

As análises foram feitas semanalmente pelo projeto “A Mata Atlântica é aqui – exposição itinerante do cidadão atuante”, que analisaram um ou mais corpos d’água a cada cidade visitada. Essas avaliações têm o objetivo de checar a qualidade dos rios, córregos, lagos e outros corpos d’água das cidades e, desta forma, alertar a população sobre a real situação do local onde vive.

Confira aqui a tabela com os resultados de cada rio.

“A água é essencial para a vida. Não podemos tratá-la como se fosse uma lata de lixo onde jogamos nossos esgotos e o que simplesmente não queremos mais. O cuidado com os recursos hídricos deve ser feito por todos”, destaca Malu. Uma grande preocupação é com relação à proposta de alterar o Código Florestal, que está atualmente na Câmara.

O texto coloca em risco esses importantes ambientes ao propor a consolidação de ocupações irregulares em manguezais ocorridas até 2008, consolidar ocupações urbanas nessas áreas e permitir novas ocupações, sendo 35% em manguezais do Bioma Mata Atlântica e 10% na Amazônia.

  Matéria extraída do Blog SOS Mata Atlântica.

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APLYSIA na MÍDIA: Dra. Tatiana Furley fala sobre a importancia dos estudos na sua atual colocação profissional.

26 março, 2012
Dra. Tatiana Furley com o experimento, fruto de um projeto de inovação. (Foto: Vitor Jubini)

Capa do Jornal A Gazeta deste domingo (25), a diretora técnica da APLYSIA, Dra. Tatiana Heid Furley, fala sobre a importância dos estudos para seu reconhecimento profissional como umas das principais pesquisadores em estudos ambientais no mundo.

Confira a reportagem de Priscilla Thompson, para o jornal A Gazeta:

“Que importância a escola tem na vida de uma pessoa? O que ela ajuda a construir e que aprendizados permanecem para sempre? A GAZETA entrevistou quatro profissionais de destaque no Estado para contar um pouco das suas vivências educacionais, mostrando o que foi determinante para o sucesso e qual a parcela de contribuição da educação formal nas suas conquistas pessoais e profissionais.

Para alguns, a oportunidade de estudar foi fundamental para o trabalho que desenvolvem hoje. Outros, porém, tiveram que deixar a escola muito cedo e construíram uma carreira com os conhecimentos adquiridos na prática, no dia a dia. Em todos os casos, há histórias de professores que são citados como exemplos de vida. E todos guardam sentimentos dos primeiros anos escolares que se transformaram em valores.

Ela nunca parou de buscar o conhecimento:

Se tem alguém que pode dizer nunca parou de estudar e está sempre querendo saber mais é a empresária Tatiana Furley. A escola, para ela, foi apenas o primeiro passo para uma vida dedicada aos estudos. Até hoje, aos 43 anos e dona de uma estabilidade profissional invejável, ela nem pensa em abandonar os livros. São congressos e mais congressos em busca de aperfeiçoamento.

Tatiana é dona de uma empresa de monitoramento ambiental que presta serviço para grandes indústrias do Espírito Santo e também de outros Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Norte. Quando fazia mestrado em Oceanografia Biológica, no Rio Grande do Sul, desenvolveu uma técnica de controle ambiental pioneira, que se tornou referência no país. Não é à toa que ganhou nove prêmios.

Mesmo depois de concluir o doutorado e de montar a sua empresa, em 1997, Tatiana Furley continuou estudando para desenvolver novos serviços. Fez pós-graduação na Europa e participa de pelo menos um congresso na área por ano. Também é membro do comitê científico de um congresso internacional da área, desde 2000.”

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Uso de Bioindicadores para Avaliar o Ambiente Marinho

20 março, 2012

Poluicao Marinha

A terra possui 71% de sua superfície coberta com água. Desses 71%, o mar é responsável por 97,2%. Dessa forma, é inegável que o mar representa uma parte fundamental da biosfera sendo, também, considerado fonte importante de recursos energéticos, alimentares e minerais, muitos deles renováveis.

O meio ambiente marinho caracterizado pelos oceanos, mares e os complexos das zonas costeiras formam um todo integrado que é componente essencial do sistema que possibilita a existência da vida sobre a Terra, além de ser uma riqueza que oferece possibilidade para um desenvolvimento sustentável.

Apesar de o homem achar que, por possuir uma área extensa, o mar conta com uma infinita capacidade de prover recursos naturais e absorver todos os resíduos que são nele despejados, isso não é verdadeiro. Cada vez mais, poluentes de diferentes tipos e graus de toxicidade são lançados no meio-ambiente marinho e, consequentemente, ocasionam vários tipos de problemas. A poluição produzida pelo homem que já atinge inclusive o Ártico e a Antártida, onde já se apresentam sinais de degradação.

Para medir os efeitos desta poluição, a APLYSIA dispõe com modernos estudos capazes de apontar o grau de poluição destes ambientes. Um deles é o estudo de biomonitoramento com o uso de moluscos bivalves, particularmente os mexilhões, que são organismos filtradores que bioacumulam muitos compostos presentes no ambiente em seus tecidos.

O uso de bioindicadores para a avaliação de efluentes possui a vantagem de poder medir os poluentes biodisponíveis diretamente, sem precisar efetuar estudos sobre todas as espécies químicas presentes no meio. As coletas podem ser feitas em intervalos de tempo convenientes e dão uma indicação da quantidade de poluente de uma maneira integrada, mesmo que os lançamentos sejam intermitentes, pois alguns organismos têm a capacidade de bioacumular poluentes a taxas de mil a dez mil vezes à concentração encontrada na água, permitindo que as análises sejam mais simples e mais viáveis economicamente.

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Estudo de Biodegradabilidade: Em breve, mais um serviço da APLYSIA

16 março, 2012

Estudo de Biodegradabilidade: Em breve, mais um serviço da APLYSIA

A biodegradabilidade ocorre quando um material biodegradável é destruído, processado ou quebrado por microorganismos que utilizam esse material como alimento. Nesse processo o material original é alterado e, em geral, transformado em moléculas menores, podendo virar água e CO2.

Com isso, sabemos que a biodegradabilidade é um processo natural que ocorre em algumas substâncias químicas existentes no meio ambiente e que são convertidas em componentes simples, como por exemplo, o nitrogênio e o carbono, que depois disso são mineralizados.

Mas nem sempre a degradação das substâncias químicas orgânicas ocorre como deveria, ou como se espera. Essa degradação, quando inadequada, quebra o processo feito pelos microorganismos e fazem com que esses materiais dependam muito de onde eles são depositados. Por exemplo:  algumas substâncias são tóxicas como pesticidas e isso faz com que o crescimento de microorganismos seja inibido, assim as substâncias químicas orgânicas demorarão mais para serem degradadas, explica a Técnica em Meio Ambiente Karoline Fanti.

A APLYSIA já iniciou seus estudos nessa área, e em breve teremos mais novidade sobre esse assunto aqui no Blog.

Veja no post anterior: Que tal ter uma horta sustentável em casa?

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O que é o CONAMA?

13 março, 2012

Estação de Tratamento de Efluentes Industriais

O Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA é o órgão consultivo e deliberativo do Sistema Nacional do Meio Ambiente-SISNAMA, e foi instituído pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.

O CONAMA é composto por Plenário, CIPAM, Grupos Assessores, Câmaras Técnicas e Grupos de Trabalho. O Conselho é presidido pelo Ministro do Meio Ambiente e sua Secretaria Executiva é exercida pelo Secretário-Executivo do MMA.

Foi através deste conselho, por exemplo, que a CONAMA 430/2011 foi criada, norma esta que dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes, complementa e altera a Resolução no 357, de 17 de março de 2005.

As indústrias devem ficar de olho nas mudanças dos padrões para o despejo de efluentes: a CONAMA 430/2011 é uma “versão limpa” da Resolução CONAMA 357/2005 e traz informações adicionais e complementares sobre a CONAMA 357/2005, além de novas resoluções, que alteram a versão antiga. A APLYSIA já atende aos novos padrões, estabelecidos pela CONAMA 430/2011.

A Resolução CONAMA 357/2005 é uma resolução do Ministério do Meio Ambiente, que classifica os corpos d’agua quanto ao lançamento de efluentes. Ela contempla todas as informações necessárias à indústria para que um efluente possa ser despejado, e fornece respostas para questões como: onde posso lançar meu efluente? Em que condições ele deve estar?

A Resolução CONAMA 430/2011 foi criada para anular resoluções falhas que ainda eram vigentes na CONAMA 357/2005, portanto possui as mais novas regras a serem seguidas.

Entre em contato conosco:

E-mail: aplysia@aplysia.com.br

Telefone: (27) 3337-4877

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Que tal ter uma horta sustentável em casa?

28 fevereiro, 2012

Horta Vertical: uma boa solução para seus resíduos

Em tempos de sustentabilidade, de sacolas retornáveis e preocupação com a saúde e meio ambiente, uma ideia vem crescendo cada vez mais: são as hortas caseiras ou   hortas verticais.

Elas são muito recomendadas por pessoas que se preocupam com uma alimentação saudável e que, além disso, optam por ter as verduras fresquinhas das feiras e supermercados em casa, pois, essas hortas podem ser feitas mesmo em locais pequenos, como na parede de um corredor.

Essa é uma solução ideal para quem mora sozinho e/ou possui uma casa pequena, ou para quem não tem um espaço grande como um jardim. Além disso, é uma boa solução para seus resíduos, que ao invés de serem descartados,  ganham uma utilidade diferente e criativa.

Para fazer a Horta Vertical, precisamos dos seguintes materiais:
Tesoura, Corda de varal, cordoalha barbante, terra e mudas de planta (às de sua preferência).

O primeiro passo é o corte das garrafas:  elas devem ser cortadas da mesma forma, como se fosse uma porta, de onde a planta terá espaço para sair e crescer. Em seguida faça dois furos na garrafa na região próxima às aberturas superior e inferior. É nesse espaço que deverão ser passados os cordões que sustentarão as garrafas. Não se esqueça de fazer pequenos furos no fundo de todas as garrafas para que saia o excesso de água da terra. Depois é só pendurá-las na sua parede ou onde preferir.

Agora que você já aprendeu, que tal fazer sua primeira horta em casa?

(Fonte: Rosembaum.com)

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Cada coisa em seu lugar: veja como e onde descartar o seu lixo

9 fevereiro, 2012

Reduza, Reutilize, Recicle

Descartar o lixo corretamente é uma preocupação cada vez maior em tempos de conscientização ambiental. A cidade de Vitória já conta com serviços dese tipo.


Coleta seletiva:
a coleta seletiva é o recolhimento de todos os lixos passiveis de reciclagem. Para isso é preciso que ele tenha sido previamente e corretamente separado pela população, e com isso, o separo de plástico, vidro, papel e metais permitem que esses lixos sejam reaproveitados e transformados em novos.Veja abaixo alguns locais e formas para descartar o seu lixo corretamente:

Estações bota-fora: essas estações são áreas reservadas unicamente para receber certas quantidades de entulhos. Esse serviço

permite que a populção descarte de forma correta o seu entulho. Depois de recolhido ele é levado a Unidade de Transbordo, no bairro Resistência/ES onde em seguida é encaminhado ao aterro sanitário.

Mas, e se eu optar por separar o lixo pelas cores da lixreiras?
Você já deve ter visto aquelas lixeiras coloridas onde cada cor representa o lugar certo para cada tipo de lixo, e é fácil ter em casa, mas para isso é preciso estar a tento a cor certa para cada resíduo:



Para fazer o descarte de forma correta veja alguns postos de coleta:

Onde ficam

Nova Palestina
Rua da Coragem, s/n, (próximo à igreja católica)
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 8 às 16 horas

São Pedro
Rodovia Serafim Derenzi, s/n, São Pedro III (ao lado do Banestes)
Telefone: 3323-7231
Horário de funcionamento: todos os dias, das 7 às 17 horas

Jardim Camburi
Av. Dos Expedicionários, s/n, Conjunto Atlântica Ville (em frente ao ponto final de Jardim Camburi)
Telefone: 3317-4667
Horário de funcionamento: todos os dias, das 7 às 17 horas

Andorinhas
Rua Emílio Ferreira da Silva, s/n (próximo à Casa do Cidadão)
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 7 às 17 horas

(Fonte: site da Prefeitura Municipal de Vitória)

Agora é só ligar econtribuir para o reaproveitamento do seu lixo. O meio ambiente agradece!

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